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	<title>Comentários sobre: Olá colegas&#8230;</title>
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	<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/</link>
	<description>A construção de conhecimentos necessários ao uso crítico e consciente da tecnologia em sala de aula.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Oct 2007 23:37:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Beth</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-30</link>
		<dc:creator>Beth</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 23:37:41 +0000</pubDate>
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		<description>Pessoal, pela definição de Meister trazida pelo Arnaldo fica evidente que a intencionalidade do ato educativo da empresa vai em direção ás necessidades e interesses e aí reside uma das diferenças da educação, pois na perspectiva humanizadora de Paulo Freire a educação tem como finalidade o desenvolvimento do homem, sua humanização e emancipação, isto é, criar condições para que as pessoas se percebam como autoras de suas histórias, sujeitos que atuam na transformação de seu contexto e do mundo ao tempo que se tornam mais humanos.
Nesse sentido, as colocações de Márcia (que bom tê-la conosco novamente!) que trabalhamos para o uso de tecnologias na educação e temos registrado parte de nossa história com projetos no Programa de Pós em Educação: Currículo em artigo no primeiro número da revista e-curriculum.
Vamos à aula de amanhã, às 13:30h!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, pela definição de Meister trazida pelo Arnaldo fica evidente que a intencionalidade do ato educativo da empresa vai em direção ás necessidades e interesses e aí reside uma das diferenças da educação, pois na perspectiva humanizadora de Paulo Freire a educação tem como finalidade o desenvolvimento do homem, sua humanização e emancipação, isto é, criar condições para que as pessoas se percebam como autoras de suas histórias, sujeitos que atuam na transformação de seu contexto e do mundo ao tempo que se tornam mais humanos.<br />
Nesse sentido, as colocações de Márcia (que bom tê-la conosco novamente!) que trabalhamos para o uso de tecnologias na educação e temos registrado parte de nossa história com projetos no Programa de Pós em Educação: Currículo em artigo no primeiro número da revista e-curriculum.<br />
Vamos à aula de amanhã, às 13:30h!</p>
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	<item>
		<title>Por: Márcia lobo</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-29</link>
		<dc:creator>Márcia lobo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 22:39:59 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Paulina
concordo com vc sobre como é complexo trabalhar com formação de professores para o uso de tecnologias, mas também temos que avaliar que tipo de proposta nos temos para trabalhar com eles, se ela é realmente adequada, se não é imposta e que tipo de modificação esta formação vai trazer. E aí concordo com Damásio quando diz que educar é uma atividade intencional que demanda tempo de preparação e estudo.  Saber como usar a tecnologia nos processos educativos exige uma predisposição por parte do educador  para o entendimento sobre as TIC e sua importância.  Isto para nós também como educadores que formam professores para o uso da tecnologia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Paulina<br />
concordo com vc sobre como é complexo trabalhar com formação de professores para o uso de tecnologias, mas também temos que avaliar que tipo de proposta nos temos para trabalhar com eles, se ela é realmente adequada, se não é imposta e que tipo de modificação esta formação vai trazer. E aí concordo com Damásio quando diz que educar é uma atividade intencional que demanda tempo de preparação e estudo.  Saber como usar a tecnologia nos processos educativos exige uma predisposição por parte do educador  para o entendimento sobre as TIC e sua importância.  Isto para nós também como educadores que formam professores para o uso da tecnologia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sandra Costa</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-28</link>
		<dc:creator>Sandra Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 20:24:59 +0000</pubDate>
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		<description>Acredito que o  que difere o uso na esfera educativa  da empresarial é a busca( desejo)  da construção de experiências educativas que promovam mudança nos sujeitos caracterizando assim a  intencionalidade da ação educativa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que o  que difere o uso na esfera educativa  da empresarial é a busca( desejo)  da construção de experiências educativas que promovam mudança nos sujeitos caracterizando assim a  intencionalidade da ação educativa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Arnaldo</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-27</link>
		<dc:creator>Arnaldo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 14:29:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-27</guid>
		<description>Beth e colegas.

Pelo que tenho visto pude entender que universidades corporativas são, de algum modo, o desenvolvimento das antigas áreas de treinamento das empresas. Aparentemente as empresas passaram a perceber os funcionários como um recurso, capital humano, e começaram a traçar estratégias para seu desenvolvimento, manutenção e retenção. 
Existem várias pessoas estudando esse tema, como por exemplo, Jeanne C. Meister, cuja definição de universidade corporativa segue abaixo:

“Uma Universidade Corporativa é uma função educacional estabelecida e administrada por uma empresa (corporação). Funciona como um guarda-chuva estratégico de todas as necessidades educacionais da empresa. Considera todos os funcionários e toda a cadeia de valores, incluindo clientes e fornecedores (MEISTER, 2000).” 


MEISTER, C. J. Testimony Before Web-Based Education Commission. September 15, 2000. Disponível em: http://www.hpcnet.org/cgi-bin/global/a_bus_card.cgi?SiteID=179527 . Acesso em 02/10/2007.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Beth e colegas.</p>
<p>Pelo que tenho visto pude entender que universidades corporativas são, de algum modo, o desenvolvimento das antigas áreas de treinamento das empresas. Aparentemente as empresas passaram a perceber os funcionários como um recurso, capital humano, e começaram a traçar estratégias para seu desenvolvimento, manutenção e retenção.<br />
Existem várias pessoas estudando esse tema, como por exemplo, Jeanne C. Meister, cuja definição de universidade corporativa segue abaixo:</p>
<p>“Uma Universidade Corporativa é uma função educacional estabelecida e administrada por uma empresa (corporação). Funciona como um guarda-chuva estratégico de todas as necessidades educacionais da empresa. Considera todos os funcionários e toda a cadeia de valores, incluindo clientes e fornecedores (MEISTER, 2000).” </p>
<p>MEISTER, C. J. Testimony Before Web-Based Education Commission. September 15, 2000. Disponível em: <a href="http://www.hpcnet.org/cgi-bin/global/a_bus_card.cgi?SiteID=179527" rel="nofollow">http://www.hpcnet.org/cgi-bin/global/a_bus_card.cgi?SiteID=179527</a> . Acesso em 02/10/2007.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Beth</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-26</link>
		<dc:creator>Beth</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 01:52:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-26</guid>
		<description>Pessoal, escrevo colocando nomes apenas p/ me referir a colocações de vcs, já que não tenho como comentar logo abaixo de cada intervenção de vcs. Mas isso não significa que a resposta seja apenas p/ a pessoa cujo nome citei. OK?
Sandra, vc pontuou mt bem o que aproxima as duas esferas. E em que difere o uso da tecnologia na esfera empresarial do uso na esfera educativa?
Valéria, estamos falando de educação ou de ensino a distância?
Arnaldo, o que é universidade corporativa? Quais as suas finalidades?
Paulina, de fato nem as velhas tecnologias / artefatos fora incorporadas na educação. Quem sabe fazer um bom uso da TV (analógica)? Esse é mais um motivo p/ irmos em busca de teorias que ajudem a explicitar as distintas dimensões que fazem parte da educação e, especialmente, quando se utilizam tecnologias. 
Escrevemos artigos e livros que podem ajudar a avançar nessas questões, como é o caso de dois livros que lançamos este ano, pela Editora Avercamp, sendo um deles com foco na integração de tecnologias e outro na formação de gestores a distância.
Vamos lá, está se aproximando o fechamento desse seminário e noto mts ausências de colegas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, escrevo colocando nomes apenas p/ me referir a colocações de vcs, já que não tenho como comentar logo abaixo de cada intervenção de vcs. Mas isso não significa que a resposta seja apenas p/ a pessoa cujo nome citei. OK?<br />
Sandra, vc pontuou mt bem o que aproxima as duas esferas. E em que difere o uso da tecnologia na esfera empresarial do uso na esfera educativa?<br />
Valéria, estamos falando de educação ou de ensino a distância?<br />
Arnaldo, o que é universidade corporativa? Quais as suas finalidades?<br />
Paulina, de fato nem as velhas tecnologias / artefatos fora incorporadas na educação. Quem sabe fazer um bom uso da TV (analógica)? Esse é mais um motivo p/ irmos em busca de teorias que ajudem a explicitar as distintas dimensões que fazem parte da educação e, especialmente, quando se utilizam tecnologias.<br />
Escrevemos artigos e livros que podem ajudar a avançar nessas questões, como é o caso de dois livros que lançamos este ano, pela Editora Avercamp, sendo um deles com foco na integração de tecnologias e outro na formação de gestores a distância.<br />
Vamos lá, está se aproximando o fechamento desse seminário e noto mts ausências de colegas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Neli Maria Mengalli</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-25</link>
		<dc:creator>Neli Maria Mengalli</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 21:04:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-25</guid>
		<description>Bons questionamentos:

1. Articulação das tecnologias em contextos públicos e privados;
2. Como seriam as discussões com os recursos de hoje em um passado relativamente distante, 30 ou 40 anos;
3. Ensinar com tecnologias é o modo correto;
4. Modelos híbridos de ensino;
5. Quais os avanços na formação de professores;
6. Teorias baseadas em interações sociais e influências tecnológicas na sociedade.

Temos, de um lado, a necessidade capitalista para o ter e, de outro, a vontade de situar as tecnologias e as mídias no contexto educacional. As teorias são escritas no pós-prática conhecida e, quem tem o poder, executa políticas de escolhas para formações.

O público e o privado, por vezes, é separado por uma íngreme linha. Na comunidade portuguesa do Moodle (http://web.educom.pt/moodlept/course/) pode ser discutida a inserção dos computadores portáteis e o acesso dos professores.

Alguns chamam de pseudo-oferta as pré-inscrições (http://web.educom.pt/moodlept/mod/forum/discuss.php?d=1504).

Até mais,

:)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bons questionamentos:</p>
<p>1. Articulação das tecnologias em contextos públicos e privados;<br />
2. Como seriam as discussões com os recursos de hoje em um passado relativamente distante, 30 ou 40 anos;<br />
3. Ensinar com tecnologias é o modo correto;<br />
4. Modelos híbridos de ensino;<br />
5. Quais os avanços na formação de professores;<br />
6. Teorias baseadas em interações sociais e influências tecnológicas na sociedade.</p>
<p>Temos, de um lado, a necessidade capitalista para o ter e, de outro, a vontade de situar as tecnologias e as mídias no contexto educacional. As teorias são escritas no pós-prática conhecida e, quem tem o poder, executa políticas de escolhas para formações.</p>
<p>O público e o privado, por vezes, é separado por uma íngreme linha. Na comunidade portuguesa do Moodle (<a href="http://web.educom.pt/moodlept/course/" rel="nofollow">http://web.educom.pt/moodlept/course/</a>) pode ser discutida a inserção dos computadores portáteis e o acesso dos professores.</p>
<p>Alguns chamam de pseudo-oferta as pré-inscrições (<a href="http://web.educom.pt/moodlept/mod/forum/discuss.php?d=1504" rel="nofollow">http://web.educom.pt/moodlept/mod/forum/discuss.php?d=1504</a>).</p>
<p>Até mais,</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sandra</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-24</link>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 14:07:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-24</guid>
		<description>Olá Colegas!!!

&quot; Os professores usam a tecnologia para apresentar e transmitir novos volumes de informação, porque assumem que esse modo de transmissão está mais próximo do tipo de experiência cognitiva conhecida pelo aluno.&quot; Esta colocação feita por Damásio, no capítulo IV, p. 128, leva-nos a uma revisão dos processos de ensino. Será essa a melhor forma de ensinar utilizando tecnologias?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Colegas!!!</p>
<p>&#8221; Os professores usam a tecnologia para apresentar e transmitir novos volumes de informação, porque assumem que esse modo de transmissão está mais próximo do tipo de experiência cognitiva conhecida pelo aluno.&#8221; Esta colocação feita por Damásio, no capítulo IV, p. 128, leva-nos a uma revisão dos processos de ensino. Será essa a melhor forma de ensinar utilizando tecnologias?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valeria</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-23</link>
		<dc:creator>Valeria</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 22:41:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-23</guid>
		<description>Agora sim, a respeito da segunda questao.
Muitos autores, entre eles, Santos(2002), Citelli(2003)e Cruz(2004),demosntram que a EAD avancou em concordancia com as Novas Tecnologias. Sabemos que ate recentemente, esta modalidade de ensino era considerada de segunda categoria, mas porque? Evidentemente em virtude da pouca interacao entre professor aluno, e mesmo entre alunoXaluno, situacao completamente modificada com o advento das NTICS. Veja, a EAD por TV, ocorria por meio de um processo de transmissao, sem a participacao do aluno. Ele recebia a informcao. Fiorentinni(2002) nos mostra que o advento da internet trouxe o que ela chama de ingerencia, ou seja oportunizou a participacao do aluno, interferindo no conteudo da aula. Midias como teleconferencia, ou seja, uma aula ministrada por tv, mas com interacao via telefone, fax ou e-mail, ja se traduziram num avanco. A videoconferencia, foi um passo maior. O professor, transmite sua aula, por meio de um estudio de geracao, para cinco ou seis polos, cada qual com 20 a 40 pessoas. Contudo, trata-se de uma midia compartilhada( o que Damasio chama de convergencia), ou seja unifica a tecnologia de telecomunicacoes utilizada na tv, associada a softwares de comunicacao, proprios da  informatica. Por meio deste avanco  tecnologico, o aluno assiste aula pela tv, mas participa e tempo real. 
Veja, e evidente que o surgimento de tecnologia capazes de reduzir as barreiras de espaco e tempo, modificaram o pensamento coletivo sobre EAD, bem como fez com que os profissionais da ed. presencial viessem a reconhecer sua importancia.O preconceito com a EAD, ocorria porque ela nao permitia um relacionamento, uma troca, fato hoje superado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora sim, a respeito da segunda questao.<br />
Muitos autores, entre eles, Santos(2002), Citelli(2003)e Cruz(2004),demosntram que a EAD avancou em concordancia com as Novas Tecnologias. Sabemos que ate recentemente, esta modalidade de ensino era considerada de segunda categoria, mas porque? Evidentemente em virtude da pouca interacao entre professor aluno, e mesmo entre alunoXaluno, situacao completamente modificada com o advento das NTICS. Veja, a EAD por TV, ocorria por meio de um processo de transmissao, sem a participacao do aluno. Ele recebia a informcao. Fiorentinni(2002) nos mostra que o advento da internet trouxe o que ela chama de ingerencia, ou seja oportunizou a participacao do aluno, interferindo no conteudo da aula. Midias como teleconferencia, ou seja, uma aula ministrada por tv, mas com interacao via telefone, fax ou e-mail, ja se traduziram num avanco. A videoconferencia, foi um passo maior. O professor, transmite sua aula, por meio de um estudio de geracao, para cinco ou seis polos, cada qual com 20 a 40 pessoas. Contudo, trata-se de uma midia compartilhada( o que Damasio chama de convergencia), ou seja unifica a tecnologia de telecomunicacoes utilizada na tv, associada a softwares de comunicacao, proprios da  informatica. Por meio deste avanco  tecnologico, o aluno assiste aula pela tv, mas participa e tempo real.<br />
Veja, e evidente que o surgimento de tecnologia capazes de reduzir as barreiras de espaco e tempo, modificaram o pensamento coletivo sobre EAD, bem como fez com que os profissionais da ed. presencial viessem a reconhecer sua importancia.O preconceito com a EAD, ocorria porque ela nao permitia um relacionamento, uma troca, fato hoje superado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valeria</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-22</link>
		<dc:creator>Valeria</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 22:19:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-22</guid>
		<description>Colegas,
Das tres questoes acima, irei me ater as duas ultimas. 
Penso que todos os fatos fazem parte de um contexto hitorico e social, no qual a politica tambem participa. Reportando-me para este periodo, e refletindo que nesta epoca a maior parte da populacao brasileira residia em zona rural, era extremamnete catolica, o pais vivia uma ditadura militar, a televisao estava passando do preto e branco para o colorido, o divorcio era proibido,a pilula anti-concepcional era recem desenvolvida, ou seja.......a realidade era outra, a sociedade era outra, e as teorias educacionais , inclusive o Behaveurismo estavam em sintonia com o pensamento repressivo daquele momento.Nao foi a toa que os primeiros discursos sobre construtivismo surgiram no Brasil, apos a democratizacao de nosso pais.Nesta mesma epoca, a tecnologia era usada na educacao a distancia, por meio de programas de radio e tv, todavia, as aulas nao eram ministradas pelos professores.....outros tempos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Colegas,<br />
Das tres questoes acima, irei me ater as duas ultimas.<br />
Penso que todos os fatos fazem parte de um contexto hitorico e social, no qual a politica tambem participa. Reportando-me para este periodo, e refletindo que nesta epoca a maior parte da populacao brasileira residia em zona rural, era extremamnete catolica, o pais vivia uma ditadura militar, a televisao estava passando do preto e branco para o colorido, o divorcio era proibido,a pilula anti-concepcional era recem desenvolvida, ou seja&#8230;&#8230;.a realidade era outra, a sociedade era outra, e as teorias educacionais , inclusive o Behaveurismo estavam em sintonia com o pensamento repressivo daquele momento.Nao foi a toa que os primeiros discursos sobre construtivismo surgiram no Brasil, apos a democratizacao de nosso pais.Nesta mesma epoca, a tecnologia era usada na educacao a distancia, por meio de programas de radio e tv, todavia, as aulas nao eram ministradas pelos professores&#8230;..outros tempos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulina</title>
		<link>http://tecnologiasnaeducacao.wordpress.com/2007/09/17/hello-world/#comment-21</link>
		<dc:creator>Paulina</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Sep 2007 22:48:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-21</guid>
		<description>Caros,
Algo me inquieta hoje. Ensinar aos professores como utilizar as TIC como instrumentos de apoio (catalisadores?) no processo de ensino-aprendizagem agora ou antes, me parece que suscitaria a mesma natureza de problema. Pois nenhuma teoria dá conta de qualquer discussão se essa (teoria) é desconhecida e não experimentada.
Tenho visto cursos de formação de professores, principalmente de pedagogos, em que as alunas (mulheres em maioria) não estão lá muito interessadas - além de sem vocação - para o exercício da profissão de educadoras. Os professores procuram &quot;facilitar a matéria&quot; para que consigam aprovar um número de alunos, que vão passando para a frente e alimentando o ciclo escolar (como diria Perrenoud, a avaliação serve para gerir fluxos). Assim, novas turmas entram e saem dos cursos de formação de educadores sem a mínima noção de seu papel.
Gostaria de colocar uma outra provocação: seriam esses problemas (de como trabalhar com as TIC em educação) característicos da realidade brasileira? Pelo sim, pelo não, acredito que o buraco é bem mais embaixo. Faltaria condição teórica para empregar também as velhas tecnologias. Antes e agora.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,<br />
Algo me inquieta hoje. Ensinar aos professores como utilizar as TIC como instrumentos de apoio (catalisadores?) no processo de ensino-aprendizagem agora ou antes, me parece que suscitaria a mesma natureza de problema. Pois nenhuma teoria dá conta de qualquer discussão se essa (teoria) é desconhecida e não experimentada.<br />
Tenho visto cursos de formação de professores, principalmente de pedagogos, em que as alunas (mulheres em maioria) não estão lá muito interessadas &#8211; além de sem vocação &#8211; para o exercício da profissão de educadoras. Os professores procuram &#8220;facilitar a matéria&#8221; para que consigam aprovar um número de alunos, que vão passando para a frente e alimentando o ciclo escolar (como diria Perrenoud, a avaliação serve para gerir fluxos). Assim, novas turmas entram e saem dos cursos de formação de educadores sem a mínima noção de seu papel.<br />
Gostaria de colocar uma outra provocação: seriam esses problemas (de como trabalhar com as TIC em educação) característicos da realidade brasileira? Pelo sim, pelo não, acredito que o buraco é bem mais embaixo. Faltaria condição teórica para empregar também as velhas tecnologias. Antes e agora.</p>
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